Delicia de menininha – parte 1

Autor

Acreditem ou não, para mim pouco importa o que alguns pensam. O que vou narrar aqui são fatos reais, e vou trocar apenas nomes e data para evitar problemas.
Eu havia me separado a poucas semanas. Tive um casamento bacana, saudável e harmonioso, mas por conta de alguns fatores que não preciso citar, levaram ao fim de 4 anos de convivência. Aí é aquela coisa que todos já sabem: Ela querendo tirar tudo que tenho, e eu tentando esconder e deixá-la com pouca coisa. Como milhares de casais, no divórcio é que conhecemos de fato com quem dormimos antes.
Passada esta fase dolorosa, eu até que me recuperei bem. Tenho meu trabalho, um carro novo e ainda sobrou alguma moeda. Fiquei até feliz, mas prometi a mim mesmo que nunca mais vou me casar. Fiquei com trauma rsrsrs. Bem, dito isto agora vamos aos fatos que me trouxeram aqui.
Precisei alugar um imóvel para morar sozinho, e os que encontrava ou eram caros demais, ou muito ruins. Fiquei uns dias na casa da minha irmã, até que encontrei uma casa com um preço justo. Fui conhecer e na hora fiquei empolgado. Esta casa foi indicação de um primo, que conhece a proprietária, por isto consegui um valor até baixo pelo que a casa tem. É um sobrado com 3 quartos, sendo uma suíte com banheira, e 2 quartos menores. Uma sala, cozinha, garagem para 2 carros e nos fundos uma pequena edícula com 1 suíte e lavanderia. Um sobrado espaçoso e arejado. Grande até para o que eu precisava, mas com o preço reduzido, mudei logo.
Eu comprei o básico: Uma cama, geladeira, fogão, TV, mesa com cadeiras etc. Aos poucos fui mobiliando tudo. Mas precisava uma arrumação e limpeza, coisas que detesto fazer.
Trabalho em um prédio comercial, e após perguntar para várias pessoas, me deram o telefone de uma senhora que mora no mesmo bairro, e que faz faxina semanal.
Liguei para ela e passei meu endereço. Num sábado ela chegou cedo e acertamos os detalhes. Mostrei a casa, e como que queria que ela fizesse os serviços.
Com o passar dos meses, fomos fazendo amizade e todos os sábados ela vinha fazer faxina e passar roupas.
Até que um dia ela me chamou para conversar:
– Seu Rubens, eu preciso lhe fazer uma pergunta mas estou com vergonha.
– Vergonha de quê dona Maria, pode falar… o que foi ?
– É que eu preciso um dinheiro emprestado. Tenho uma sobrinha que mora na Bahia, e ela brigou com o marido e precisa vir embora porque ele disse que ai matá-la. E eu não tenho todo o dinheiro que ela precisa. O senhor pode me emprestar R$ 1.000,00 ?
– Puxa dona Maria, é bastante né.
Nisto olhei e vi que ela estava chorando… aquilo me chateou.
– Calma dona Maria, eu empresto sim.
– Obrigado… o senhor pode descontar das limpezas que faço. Venho 10 sábados e o senhor não precisa me pagar nada.
Fui no banco e saquei o dinheiro e dei na mão dela. Ela me agradeceu muito.
No sábado seguinte, ela me contou que a sobrinha já tinha chegado, e veio com 3 crianças filhos dela. Até me mostrou algumas fotos no celular.
As semanas passavam, até que um dia a Dona Maria me ligou:
– Seu Rubens, eu estou com problemas de pressão… posso mandar minha sobrinha ir limpar sua casa amanhã ?
– Puxa dona Maria, que chato a senhora estar doente. Pode mandar a moça sim, fique tranqüila.
No sábado cedo a menina chegou. Uma morena clara (Vânia), de 25 anos. Ela estava com uma filha (Carol) de 7 anos apenas.
Mostrei o serviço e fiquei na sala mexendo no computador. Notei que a menina me espiava de longe. Mas nem dei bola. Passado mais algum tempo, vi que a menina se aproximava como quem não quer nada. Resolvi chamá-la:
– Menina, vem aqui com o tio…
Com alguma vergonha a menina se aproximou, toda tímida.
– Você quer mexer no computador ?
Ela só balançou a cabeça que sim.
Entrei num site chamado: ojogos.com, e coloquei um para ela. Ensinei como jogar e fiquei observando. Ela foi se soltando.
Notei que ao mexer as perninhas, ela deixava eu ver sua calcinha. Nunca pensei em fazer nada com nenhuma criança, mas algo aconteceu comigo. Parece que senti um choque. Uma descarga elétrica que ligou algo na minha cabeça. Foi dominado por um desejo incontrolável de ver a calcinha da pequena criança.
Eu tentava mudar de pensamento, até desviava o olhar… mas a todo momento eu me via querendo olhar, ver, sentir, tocar aquela frágil menina.
Tomado por um desejo forte, eu pedi para a menina sentar no meu colo (para ficar mais alta) e mudei o jogo. Meu pau doía de tão duro. Eu estava a 5 meses só na punheta. Imaginem meu desejo por uma boceta. E a que chegou primeiro e mais perto, infelizmente era aquela menininha.
Ela distraída com o jogo e eu abusando dela. Toquei suas coxinhas, e fui ficando mais ousado. Coloquei minha mão bem em cima da bocetinha. Senti que sua calcinha escondia algo ali, e ela estava quente. Senti a fenda e fiz uma leve pressão. Se a menina percebeu minha intenção, ela disfarçou bem, porque em momento algum não falou nada.
Até que ouvi um barulho lá fora e lembrei que a mãe da menina estava em casa. Dei um aperto gostoso na menina e resolvi parar. Deixei ela jogando, ajeitei meu pau e corri para o banheiro. Bati uma boa punheta e fui ver o que a mãe da menina fazia.
Olhei no relógio e já eram quase meio dia. A baianinha era lenta no serviço.
– Vânia, eu vou sair para comprar comida para nós. Você come feijoada ?
– Ahhh senhor, não precisa não
– Imagina, você deve estar com fome trabalhando tanto (sic). Vou sair. Você fecha o portão ?
– Fecho sim.
Ao passar pela sala eu vi a menina sentadinha de perninhas abertas e a calcinha parecia me chamar. Falei:
– Carol, que ir comprar comida com o tio ?
Ela gritou: Eu quero !!
– Vou levar ela comigo, tudo bem ? – Perguntei para a Vânia.
– Pode levar sim moço.
Logo a mãe dava orientações para a filha: Carol, você vai com o moço e trate de se comportar. Se ele reclamar de você eu te bato, entendeu ?
A menina só resmungou: ahããã
Saímos de carro. Nem cheguei na esquina e eu já estava com a mão nas pernas da menina.
Puxei conversa com assuntos bobos, apenas para disfarçar.
Aos poucos fiz com que a saia dela subir um pouco, só para ver aquela preciosidade. Meus pensamentos voavam e minha mente só vinha coisas do tipo: Como será a bocetinha dela ?
Chegando no restaurante que sempre vou, eu pedi 2 feijoadas para viagem. Enquanto esperava eu me sentei em uma mesa, quase no fundo do restaurante, já perto do banheiro masculino.
Pedi refrigerante e dei para a menina. Ela tomou rápido. Conversamos um pouco. Logo notei ela mexendo as perninhas e colocando a mão na bocetinha.
– O que foi Carol ?
– Tô apertada
Olhei ao redor e não tinha ninguém perto e falei:
– Vamos ali.
Levei a menina para o banheiro masculino mesmo. Entrei com ela e falei: Pode fazer.
Sem nenhum pudor, a menina só abaixou a calcinha e sentou no vaso. Ouvi o barulho do xixi.
Me abaixei um pouco para ver melhor, mas logo ela se levantou e a saia tampou a visão. Vi só um pouquinho. Eu precisava fazer algo, mas o quê ?
Até que ela levantou a calcinha e eu prontamente interrompi:
– Carol, você não secou a ppk. Tem que secar. Sua mãe não ensinou não ?
Nem dei tempo dela responder. Abaixei a calcinha dela. Peguei um pedacinho bem pequeno de papel e fui secar a grutinha. Agachado eu sequei com carinho, logo deixei o papel cair e fiz com meus dedos. Toquei suavemente, e alisei um pouco.
– Pronto mocinha, agora estão tão sequinha que merece um beijinho. Cheguei perto e passei a língua.
Tudo isto não demorou nem 4 minutos.
Voltamos para a mesa e logo pegamos o almoço.
Ao chegar em casa a baianinha ainda nem tinha arrumado a mesa.
Almoçamos e disse para a Vânia que ia para meu quarto dormir um pouco.
Deixei a porta aberta, porque queria ver se a Carol ia aparecer. Não deu outra.
Logo vi ela na porta. Olhei pela janela e vi a Vânia ainda limpando a lavanderia. Aquilo ia demorar no mínimo 1 hora.
Chamei a menina: Carol, você quer deitar aqui com o tio ?
Ela respondeu com um sorriso encantador.
Vi ela subir na cama e puxei ela para deitar do meu lado. Abracei e fiquei de conchinha.
Meu pau doía e cutucava o bumbum dela.
Passei a mão por todo o pequeno corpo e deixei bem em cima da bocetinha.
Fiz carinho na cabeça dela e ficamos calados.
Passados uns 15 minutos notei que ela adormeceu.
Lentamente levantei e olhei pela janela, a Vânia ainda limpava a lavanderia. Faz tudo de forma tão lenta, que dá até sono.
Por garantia eu tranquei a porta.
Muito lentamente eu consegui abaixar a calcinha da Carol. Senti seu cheirinho gostoso de xixi, um perfume que embriaga, enlouquece e nos faz perder noção das coisas certas ou erradas.
Lambi e senti aquele gostinho suave e agridoce. Minha língua percorria cada pedacinho daquela infantil grutinha. Com os dedos abri a lábios da bocetinha e vi um lindo buraquinho. Coloquei minha língua ali e sentia um prazer até então desconhecido para mim. Meu corpo tremia, suava e meu coração estava muito acelerado.
Tirei minha roupa e iniciei uma punheta. Bati gostoso. Encostei meu pau nela e senti um calorzinho que vinha daquela criança… não demorou gozei muito. Foi porra pra tudo que é lado.
Corri ver na janela e a Vânia ainda na lavanderia.
Limpei a menina com uma toalha. Lavei meu pau na pia do banheiro e me vesti.
Deixei a menina deitada e desci.
– Vânia, sua filha é muito boazinha.
– Ahhh obrigado seu Rubens.
– Você tem mais filhos né ?
– Tenho sim. Além da Carol, eu tenho outra menina de 9 anos e um menino de 5.
– Nossa que legal. Eu não tenho filhos. Mas adoro criança. Agora mesmo, fiquei um pouco com a Carol e já estou encantado com ela. Que menina boazinha você tem.
– Obrigado, mas ela é terrível, meche em tudo e não para quieta.
– Criança saudável é assim. Ela tem que aproveitar a vida e brincar, passear se divertir. Ela deve gostar muito de praia né, veio da Bahia…
– Não seu Rubens. A gente não conhece praia não. Eu morava no interior, é longe da praia. Eu mesma nunca vi o mar.
– Nossa Vânia precisa conhecer o mar.
– é mas que jeito né… sem dinheiro…
– Eu sei está difícil para todo mundo né. Bom vou deixar você trabalhar. A Carol está dormindo na minha cama. Ela me viu e foi deitar comigo. Uma graça de menina. Quero uma filha assim.
– eita que peste, ela foi lhe tirar da cama foi ??
– Não… ela chegou e ficou deitadinha. Acabou dormindo. Eu mesmo nem dormi. Acho que vou lá com ela.
– Se ela atrapalha me avisa que eu tiro ela de lá.
– Não.. pode deixar. Faz companhia para mim.
– Tã bom.
– Vânia, quando terminar aí, eu preciso que você limpe aqui (indicando a suíte ao lado da lavanderia).
– Tá bom seu Rubens, eu vou lavar também.
Pensei… agora tenho mais uma hora com a Carol.
Subi e tranquei a porta do quarto. Me deitei com ela, e voltei a abaixar a calcinha da menina.
Fiquei um bom tempo alisando e sentindo seu calorzinho.
Vez ou outra ela se mexia, eu tirava a mão, mas logo voltava.
Acabei dormindo com ela.
Acordei quando senti ela se mexer. Vi que ela estava acordada e ouvi: Nossa minha calcinha sair. Fingi que ainda dormia e vi ela colocando a calcinha e ir para o banheiro. Ouvi o xixizinho, e logo ela saiu do banheiro.
– Oi Carol… fez xixi ?
– Sim
– Secou ?
– Vixee esqueci.
– Ahhh menina, tem que secar. Venha aqui.
Levei ela de volta no banheiro e sequei com minha mão. Acho que pela pouca idade, ela não tem vergonha de ficar peladinha na minha frente.
Até que ouvi um pedido:
– Tio o que é isto (falou apontando para a banheira) ?
– é uma banheira meu amorzinho. Você quer tomar banho ?
– Num sei si mainha deixa.
– Vai pedir e se ela deixar eu encho para você.
– Ahh não, ela não vai deixar.
– Quer que eu peço para ela ?
– o senhor quem sabe.
– Tá, fique aqui – falei.
Desci e a Vânia já tinha terminado de levar a edícula.
– Vânia, já terminou que legal. Vem aqui comigo que a Carol quer uma coisa.
– Aiii… o que esta peste quer ?
– Venha ver.
Subimos até meu quarto e mostrei a banheira.
– Vânia, posso encher para ela tomar banho ?
– Seu Rubens, faça isto não. Ela está abusando já….
– Ahhh Vânia, deixa vai. Eu não tenho filhos e gosto de criança. Então se você deixar eu encho para ela brincar na água.
– Seu Rubens, o senhor não sabe com quem ta lidando.. esta aí é folgada viu. Daqui a pouco vai dominar tudo.
– Deixa ela Vânia… é criança. Posso encher para ela brincar ?
– O senhor quem sabe, mas pode sim
Deixei a banheira enchendo e a Vânia falou: Vamos menina tira a roupa. Fiquei ali imóvel, sentado no vaso, de pau duro e vendo a pequena menina se despir. A Banheira nem tinha enchido e ela já queria entrar. Eu não podia me levantar, senão a mãe ia ver meu pau duro.
– Vânia pode colocar ela e deixa a banheira encher.
– Mas eu não posso ficar aqui não, tenho a cozinha para limpar pro senhor…
– OK, eu vou ficar aqui para a mocinha não se afogar, porque já vi na TV que a criança pode escorregar e se afogar se ficar sozinha.
A Vânia falou:
– Carol ou vou descer para limpar a cozinha, obedece seu Rubens… senão você não vem mais.
Deixei ela descer e fiquei olhando aquela pequena maravilha brincando na banheira. Peladinha do jeito que eu nunca sequer sonhei em ver uma menininha.
Observava cada detalhe daquele corpinho: Bundinha pequena, mas durinha e redondinha. Pernas finas. Magrinha. Sem nem sinal de peitinhos. Toda lisinha e linda.
Meu pau doía querendo rasgar a cueca e a bermuda. Duro feito pedra.
Peguei uma toalha e cobri meu pau. Deixei o bicho solto. Batia punheta enquanto ela nem se incomodava comigo ali.
Gozei na minha mão e tive uma idéia: Segurei a porra sem deixar escorrer. Cobri meu pau, levantei e falei: Carol fecha o olho que vou lavar seu cabelo e seu corpo.
Ela se virou para mim e vi que estava com os olhos fechados. Passei minha porra no cabelo, e fui descendo até a barriguinha, bocetinha e cuzinho.
Nem parecia que eu tinha gozado antes, meu pau não amolecia.
Deixei um tempinho e mandei ela tirar o excesso na água da banheira. Ela fez.
Ao se levantar vi que ainda tinha porra no cabelo. Passei xampoo e depois sabonete no corpinho e deixei ela limpinha.
Deixei brincar mais um pouco e fiquei vendo aquela linda menininha.
Peguei a toalha e mandei sair. Sequei ela inteira e deixei peladinha no meu colo.
Abracei e beijei seu rosto, nuca, nariz, testa, peitinhos… Ela só sorria e aceitava meus carinhos. Queria ir adiante, mas tive medo. Resolvi parar.
Ajudei ela a vestir a mesma roupa que estava antes do banho. Penteei o cabelo e descemos.
A Vânia ainda limpava a cozinha, faltava a sala, e os quartos. Olhei no relógio: 17:35 hs. Ao ver a filha ela falou:
– Nossa Carol, achei que você num ia mais sair da banheira…
– Ela gostou mesmo – Falei
– Vixeee não vou te trazer mais não… deu trabalho pro senhor.
– Trabalho nenhum, eu gostei dela. E confesso uma coisa: Eu quase entrei na banheira para brincar com ela…
– Oxiii e não entrou por quê ?
– Ahhh sei lá. Achei que você não ia gostar. Sou homem, e hoje em dia já viu… as coisas que a gente vê na TV…
– Mas que nada, podia entrar sim.
Olhei para a Carol e falei: – Aí gatinha, da próxima vez eu entro com você na banheira, ta ?
A resposta veio com um largo sorriso.