Espiando o garoto da pracinha -continuação-3

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Ola!, Relembrando o que relatei nos contos: Espiando o garoto da pracinha; Espiando o garoto da pracinha -continuação-; e Espiando o garoto da pracinha -continuação- 2.
Montei minha barbearia numa esquina, onde existia uma pracinha pequena com um pequeno banheiro, logo percebi um garoto de nove anos, muito parecido com o menino que caiu na fossa no filme " quem quer ser um milionário". Este garoto ficava quase todos os dias nesta pracinha, sozinho, mas sempre aparecia algum homem, e logo os dois iam pro banheiro da pracinha. Eu comecei a espiar pela janela do banheiro e vi que o garoto chupava e, as vezes, era penetrado por estes homens. Acabei me aproximando deste garoto e fui chupado por ele na minha barbearia. Também levei pra barbearia um dos amiguinhos dele, de 13 anos, gordinho e negro, que me chupou e eu o comi muito gostoso, não comentei no conto, mas eu chupei o pinto grossinho do gordinho fazendo ele gozar. Por fim eu consegui penetrar o garoto de 9. Lembrando que não tenho um pinto exagerado como os de alguns contos por aqui, mas é razoavelmente grosso, e mesmo assim o garoto aguentou com muito prazer. Claro que continuei recebendo os dois garotos na barbearia aos domingos e segundas-feiras, dias em que não atendia o publico. Cheguei até a ficar com os dois juntos, o que foi muito divertido e prazeroso e contarei em outra oportunidade. Mas não ,e esqueci do terceiro amigo, o que eu apelidei de "ferrugem", por ser branco mas com aquele tom de ferrugem. Ele era um pouco mais alto que o gordinho negro mas tinha 12 anos. Eu já tinha visto o garoto de 9 chupando o pinto do ferrugem, que era mais cumprido que o pinto do amiguinho negro, só que mais fino.
Eu também trouxe o ferrugem pras nossas brincadeiras com a ajuda dos outros garotos. Depois que comi os dois garotos juntos, comentei sobre este terceiro e os garotos armaram tudo. Foi num domingo que os três apareceram juntos, mas logo percebi que o ferrugem não era passivo, ele gostava muito de ser chupado pelos dois amiguinhos e mesmo não tendo feito antes, neste dia ele penetrou os dois. Chegou a segurar minha rola e a colocou na boca incentivado pelos amigos, mas chupava desajeitado e logo voltou a agir como ativo com os garotos. Eu o chupei, e mesmo sendo uma rolinha de 12 anos, fina e cumprida, foi muito gostoso. Por fim gozamos os três, eu gozei dentro do garotinho de 9, o ferrugem gozou no cuzinho do gordinho e o gordinho gozou na boca do menorzinho.
Como já comentei, fiquei dois anos neste ponto, e quase toda semana havia uma sessão de putaria com os garotos, as vezes com um, outras com dois, e poucas vezes com os três. Mas cheguei a ficar sozinho com o ferrugem, na ocasião eu o chupei e deixei ele gozar na minha boa, senti o sabor infantil da sua porra ainda muito liquida e suave.
Depois que saí daquele ponto e montei uma barbearia maior, na mesma cidade, a situação financeira também melhorou muito. e nesta mesma época voltou pra minha cidade a minha ex namorada com que eu tenho um filho, mas não convivi com ele, pois minha ex foi morar muito longe quando o garoto estava com 2 anos. Era realmente difícil a convivência, até porque eu e minha ex não nos entendiamos muito bem, e na época das vacas magras, a vaca, minha ex, só queria saber de grana.
Mas eles voltaram, ele estava envolvida com um cara da cidade, que até foi meu amigo no passado, e meu filho estava com seus 8 anos. A postura da minha ex havia mudado, ele logo me procurou querendo que eu convivesse mais com o garoto, que irei chamar pelas iniciais LG. Claro que eu fiquei feliz, mas havia uma distancia enorme entre eu e o garoto, e tínhamos que quebrar esse gelo. E eu, morando sozinho, comecei a ficar com o LG quase todo fim de semana. Ja não dava mais pra sair com os meus três garotos com muita frequência, e vocês sabem, garotos novinhos que gostam de putaria, se ficam soltos logo aparece alguém e a gente vai perdendo contato. E foi o que aconteceu. Na verdade minha ex e seu novo marido estavam se curtindo, queria liberdade pra viajar e curtir a vida, o cara tinha grana pra isso, mas estava claro que eles não queriam um garotinho a tira colo. Por isso o LG ficava muito mais comigo do que com eles. E a gente logo se deu bem. Jogava-mos xbox juntos, íamos aos parques da cidade e até um filhote de labrador eu arrumei, era o sonho do LG e a mão não suportava cachorro. O fato é que poucos meses depois de mudar a barbearia, eu já não tinha muito contato com os garotos da pracinha que me deram tanto prazer, mas agora tinha meu filho e um cachorro.
É difícil dizer o quanto eu resisti a olhar para o LG como eu olhava pros meus outros garotos. A falta do sexo com os meninos me matava, e as punhetas já não me saciavam. E mesmo sendo pai, tentando de todo jeito não ter sequer pensamentos "impuros" sobre o meu filho, era uma tortura ficar tanto tempo com um garoto de 8 anos, branco, estatura normal pra sua idade, peso normal mas bem rechonchudo, coxas grossas, rosto angelical, olhos e cabelos castanhos claros como os da mãe, e o que mais me encantava, os gominhos na barriga, não de músculos, pois ele nem tinha ainda uma estrutura musculosa, mas de uma leve gordurinha que lhe conferia um corpinho bem torneado e delicioso. Imaginem o sufoco que passei no inicio dessa convivência. Mesmo eu não tendo visto o LG pelado logo no inicio da nossa convivência, eu frequentemente me pegava o observando e imaginando como ele seria, ficava de pinto muito duro e melado e me sentia muito culpado por isso. Várias vezes ele percebia que eu estava o observando e perguntava: "que foi pai?". Eu apenas respondia: "nada não, só esto te olhando!". Mas o filho da mãe era carinhoso, e estava encantado com a nossa convivência e com tudo que eu estava fazendo pra ele, e nesses momentos ele vinha até mim e me abraçava forte, me deixando ainda mais culpado. Tiveram vezes que ao me abraçar ele acabou sentindo meu pinto duro, como eu disse, é um pinto grosso, e é difícil ser abraçado se isso ser percebido. Mas ele logo se afastava sem comentar nada, apenas me olhava sorrindo e tudo seguia "normal".
A primeira vez que eu o vi pelado foi num dia que ele caiu de bicicleta e se ralou um pouco. Eu tive que dar banho nele, Entramos no banheiro ainda vestidos e eu fiquei de cueca, não consegui ficar nu na frente dele, e ele também ficou um pouco constrangido de ficar nu na minha frente. Tive que agir como bom pai e conversei com ele, expliquei que nós eramos dois homens, e também pai e filho, eu que ele não precisava sentir vergonha de ficar pelado na minha frente, pois quando ele crescesse um pouco mais eu teria que lhe ensinar algumas coisas sobre o corpo e tirar sua dúvidas, e essa conversa o deixou a vontade. Eu ajudei ele tirar a roupa, evitando os ralados nos cotovelos e nos joelhos. Tirei sua camiseta revelando seus gominhos e seus mamilos rosados que estavam levemente excitados. Depois tirei sua bermuda deixando ele apenas de cueca, mas na sequencia nos olhamos com uma certa cumplicidade e muito carinho até que ele esboçou um sorriso, que era a permissão pra irmos em frente. Neste momento eu já estava lutando pra controlar uma leve ereção. Tirei sua cueca tentando ser natural, mas a visão do seu pintinho me encantou, grossinho e rosado, não muito cumprido, mas estava meio rígido, quase iniciando uma ereção também. Seu saquinho era lindo, tinha duas bolinhas salientes e bem marcadas, já eram grandinhas. Mas não fiquei olhando muito, eu ja estava de pinto duro, não aguentei. Iniciei o banho protegendo os ralados, e quando ele se virou, revelou a bundinha mais linda que eu já vi. Redondinha, media, e logo acima de seu rego, desciam pelinhos quase transparentes que entrava na direção do seu cuzinho. Algo perfeito demais, me fez melar a cueca, eu já nem conseguia me sentir culpado por olha-lo daquela maneira, era impossível não apreciar tamanha beleza.
Eu acabei lavando seu reguinho e seu cuzinho, quase explodindo pra não gozar. Senti que quando passei a mão ensaboada no seu cuzinho ele piscou, mas imaginei que seria apenas uma reação natural do corpo. Havia um silencio no banheiro. Na verdade estávamos num momento quase de transe. Logo eu tive que lavar seu pintinho, pensei em explicar a importância dessa higiene, mas não cabiam palavras naquele momento, eu o virei de frente pra mim, percebi que seu pintinho estava duro e ele estava com vergonha por isso, sorri de forma muito carinhosa pra ele e falei quase sussurrando, que isso era normal. Ele pareceu ficar menos envergonhado e eu disse: "vamos lava-lo!?". Segurei seu pintinho grossinho e duro, e me arrepiei todo, sentia meu pau jorrar gala como nunca havia acontecido. Continuei expondo a cabecinha do seu pinto, que tinha o mesmo formato da minha, era rosada e parecia estar meladinha. Lavei com muito cuidado e carinho, fiz bastante espuma e também lavei seu saquinho, mexendo bem as bolinhas pra limpar as ruguinhas do saco. Senti seu pintinho pulsar várias vezes, mas o enxaguei, o sequei ainda durinho e fomos pro quarto vestir sua roupa de dormir. Eu acabei me molhando todo e voltei pro banheiro pra tomar o meu banho. N auge do meu sentimento de culpa, não aguentei e segurei minha rola ainda muito dura e pulsante e gozei como um cavalo. Terminei meu banho, me vesti e fui passar remédio nos ralados do meu menino, parecia que estava tudo meio diferente entre nós.
Enquanto eu passava remédio nele o LG me perguntou: "pai, por que seu pinto tava tão duro?". Fiquei com vergonha, eu pensei que ele não havia percebido, mas diante da situação respondi sorrindo: "pelo mesmo motivo que o seu ficou duro!". Ele ficou me olhando analisando minha resposta, mas um garoto esperto de 8 anos não fica muito tempo calado e ele continuou: "seu pinto é muito grande pai?". E eu respondo que meu pinto tem um tamanho normal pra um homem da minha idade, mas existem homens com pintos maiores que o meu, e menores também. Ele insistiu afirmando que meu parecia ser muito grande, e eu sorri, expliquei que na verdade meu pinto é grosso, como o dele também será quando ele crescer. Mas sua outra pergunta me deixou perturbado: "pai, você ficou de pinto duro porque viu me viu pelado?". Eu não sabia como responder isso, apenas indaguei: "por que você acha isso?", e ele respondeu sem rodeio: "é que você falou que seu pinto ficou duro pelo mesmo motivo que o meu!". Olhei fixamente pra ele: "então você queria me ver pelado filho?". "ah pai! eu fico com vergonha de falar essas coisas pra você, mas eu acho que você também tinha que ter ficado pelado!". Engoli seco: "mas é só curiosidade sua, ou você sentiu alguma coisa a mais?". Ele pensou um pouco, me olhou com ternura e perguntou: "pai, aquelas brincadeiras que os meninos da minha idade fazem… você sabe! pode fazer um menino da minha idade e um homem grande?".
…………….continua……………….