Meu Novo Irmão

Olá pessoal, este será o primeiro de muitas das minhas histórias sexuais que tive ao longo da
minha vida, até agora são 16 anos, espero que gostem deste primeiro ato.
Mas primeiro vou falar um pouco sobre mim, tenho 18 anos sou moreno, alto, estatura média
(peso médio e músculos também, infelizmente), pau de 17cm(arredondadamente), um autêntico
gato 😉
A minha vida sexual foi iniciada muito cedo, mais ou menos com 8 anos, o meu primo, na altura
com 15, começou a impingir-me ao sexo, eu acho que todos os rapazes nessas idades começam a
ter curiosidade do que é realmente ter sexo e é normal que partilhem esse desejo com um
irmão/primo, normalmente mais novo, porque eu não sei porquê mas á sempre um desejo de
experimentar esse tipo de coisas com um rapaz, até parece que ficamos mais á vontade do que se
fosse com uma rapariga porque na altura pensamos: “Ah se for com uma rapariga é sexo, e ainda
não tenho idade para isso, mas se for com um rapaz é apenas uma brincadeira” e embora
saibamos que não é bem assim é algo que se for entre rapazes, especialmente com essas idades,
13/16 anos, não passa de uma experiência inocente e isso não significa propriamente que se é ou
irá ser gay, porque, admite-mos se ter relações sexuais com rapazes nessas idades, e mesmo mais
velhos, indica-se que esse rapaz era gay mais de metade do mundo era homossexual, quem é o
rapaz que nunca fez um broche a outro rapaz, mesmo sendo na brincadeira se o aceitou fazer é
porque lá no fundo tem alguma vontade disso, ou quem é o irmão mais velho que não se chega ao
pé do irmão mais novo e lhe bate uma, e deixa que ele lhe retribua, ou quem são os companheiros
de quarto da faculdade que nunca se comeram. Ter relações gays na adolescência não é ser gay é
não ser triste! Mas bom isto foi apenas algo que tinha a dizer e entusiasmei-me hahahaha, vamos
á minha história.
Quando eu tinha 15 anos a minha mãe voltou a casar, homem de 40, a mesma idade dela,
engenheiro, bonito, musculado, ótimo homem, incrível marido, e ainda melhor pai, após 1 ano de
namoro, e um incrível ano por sinal, ele e o seu filho Renato, o preto mais gostoso que pode existir
á face da terra (Ps: o meu padrasto e o seu filho são negros), foram viver para nossa casa, tenho a
felicidade de não me faltar dinheiro e por isso tenho uma casa grande (sala enorme,
sala/escritório/sala de jogos, cozinha, cave, casa de banho, isto no andar de baixo, no andar de
cima: meu quarto, quarto do meu irmão mais novo, quarto da minha mãe, ex-quarto de hóspedes,
pequeno ginásio, sala de estar de vidro( tipo sala normal mas uma das paredes é tudo uma janela),
uma sala de projeção(cinema), casa de banho, e casas de banho no meu quarto e no da minha
mãe, lá fora tenho uma piscina, um jacuzzi, uma cama de rede, uma fogueira, um mini
rio(artificial), e o resto é tipo uma floresta de árvores. Isto tudo para me gabar um pouco admito),
o meu padrasto ficou com a minha mãe e o Renato foi para o quarto de hóspedes que foi
remodelado mas havia um pequeno problema o quarto dele não tinha casa de banho e como só a
casa de banho de cima é que tinha uma banheira e achamos mal ele ter que partia-la com o meu
irmão (porque o Renato tinha a minha idade e o meu irmão apenas 6 anos) eu dei a ideia de fazer
uma porta do quarto dele para a minha casa de banho e partilhávamos-a, uma vez que os nossos
quartos eram juntos um ao outro e de certa forma a minha casa de banho até que lhe roubava
espaço no quarto, portanto achei justo, na altura é óbvio que pensei logo em mil e uma coisas
perversas que podia vir a acontecer mas não quis remoer isso muito na minha cabeça para já. A
porta pôs-se em um dia e logo ele se acomodou no seu quarto e na casa de banho, desde o início
ele foi um rapaz impecável, teve logo a preocupação de estabelecer limites, ou melhor dizendo, de
me perguntar a mim se eu tinha limites, assim que ele me perguntou isso fiquei radiante pois
pensamentos porcos á parte ou nem tanto vi logo uma porta aberta para o tipo de relação
irmão/irmão que eu queria ter, disse-lhe logo com toda a calma e descontração que não tinha
“Nada dessas merdas”:
-Não puto nada disso, podes fazer o que quiseres, pega minhas cenas emprestadas, vais á casa de
banho quando te der na telha, podes andar nu por ai que não me aquece nem arrefece.
-A sério, não tens mesmo nada com isso?
-Nada miúdo tudo isso com uma condição, eu faço o mesmo!
-Claro na boa, mas não tens mesmo nada de nada que queiras dizer agora?
-Epá, só tenho uma cena
-Fala?
-Gosto que batam á porta antes de entrarem, tanto na casa de banho como no quarto
-Á sim na boa, para mim o mesmo
-É que tipo não é nada por ai, mas, acho que faz parte da boa educação
-Ya eu também não gosto muito disso
-Mas de resto na boa, até podes aparecer no meu quarto todo pelado (“e espero bem que o
faças”, penso eu para mim!), desde que batas á porta
-Hahahahahaha ok ok, por mim é na boa entre irmãos não há cá dessas tretas
-Agora falaste bem hahahahaha
E assim se foi passando os primeiros dias, ao princípio houve sempre aquela coisa de “será que
posso, será que não posso, será que ela não se incomoda, será que sim…..”, e assim nunca houve
grandes aventuras, a única vez que o vim nu nesses dias foi quando ia para tomar banho e ele tava
a sair de lá, assim que entrei bati de caras com aquela delicia negra depilada toda molhada a ser
secada por uma toalha que passava lentamente por cima daquele grande chocolate negro, assim
que entrei houve logo aquela troca de olhares completamente descarados durante uns segundos,
ai voltamos a nós e ele disse que “saia já”, eu respondo que “demore o tempo que quiser” e ai eu
saio da casa de banho deixando lá a minha roupa com os boxers em cima, já quase com o corno
em pé tentei me acalmar e esperei até que ele sai-se, o que não demorou muito, assim que
voltem a entrar reparei logo que os meus boxers, embora ainda dobrados, estavam obviamente
remexidos, a imagem de imaginar o que ele teria feito com a minha cuequinha deu-me uma tusa
imediata e logo entrei dentro do chuveiro para me “fantasiar”. A partir desse dia não demorou
muito até que a segunda situação sexual se passa-se no sábado de manhã (apenas 3 dias depois),
a minha mãe tinha ido ás compras, compras de mulher que demoram sempre umas 6 horas, e o
pai dele estava a trabalhar até ás 13h, estando apenas nós em casa, uma vez que o meu irmão
estava na minha avó, vi então o momento perfeito para quebrar o gelo que impedia o seu canhão
negro e a minha jiboia branca de se conhecerem, ao espreitar pela ranhura da porta da casa de
banho consegui ver que ele já tava em pé e a vestir-se, dei duas inspirações bem grandes e entrei
no quarto dele, batendo á porta primeiro, apenas com os boxers com que tinha dormido, já com
um alto a notar-se no meio das minhas pernas entrei pelo seu quarto adentro e sentei-me na sua
cama ainda desfeita como quem não quer a coisa e fiz conversa:
-Tão o que contas?
-Nada e tu?
-Hé, olha lá o teu pai? (como se eu já não soubesse onde ele tava)
-Há ele aos sábados faz sempre um tempinho extra no escritório até á uma, para organizar as
cenas dele
-Há ok, então tamos só nós em casa
-Pois parece que sim
-Que queres fazer?
-No idea
-Pois……. Ya ó pá ontem á noite deu-me uma vontade de bater uma tão grande mas tão grande
que não era normal…
-(Ele fica a tentar espreitar a minha pila da forma mais discreta que consegue depois de ouvir isto)
-…tipo eu tava apenas a pensar nas minhas cena tás a ver e de repente dá-me aquela vontade de
inferno que… Meu deus, e assim que começo a bater, esquece, foi como ir ao céu e voltar.
-Ya eu sei como é, bom pa caralho
-É que é mesmo e assim que me vim, meu esporra por todo o quarto parecia uma torneira, caguei
a cama toda com esporra, gastei o pacote de lenços todo que lá tinha ao pé
-Fds, mais…
-Tá caladinho…., bom eu vou comer, vens?
-Ya bora
E sem lhe dar sequer a oportunidade de se vestir fomos os dois em tronco nu tomar o pequeno
almoço, passando cada segundo a tentar não nos excitarmos um com o outro, tenho a certeza que
a minha conversa deu para quebrar uma enorme camada de gelo, sei isso porque a meio da
conversa o seu belo pau quase que saltou para fora, embora em fizesse uma força incrível para
olhar para a cara dele era impossível não desviar os olhos para aquele monte Evereste.
Mas tudo isto foi apenas uma iniciação para o que estava por vir, cerca de 1 mês depois também
num sábado de manhã eu tava no meu quarto, acabado de acordar, e com a vontade de bater
uma liguei o Tablet á televisão na parede do quarto e pus um belo vídeo hétero a dar, ao princípio
não contei com a ideia de nada pervertido, queria apenas me esporrar, mas á medida que ia
pondo o vídeo pensei nas possibilidades que aquilo podia ter, “pais fora de casa, irmão gostoso
aqui ao lado, vídeo porno na tv, espera ai que eu já te digo!”, tive um certo cuidado na escolha do
vídeo eu não gosto daquele porno que é apenas uma puta a chupar 20 gajos ao mesmo tempo e a
ser tratada como um cão, não, eu gosto de porno com história e muito “cute” e para adoçar a
coisa pus um incesto de irmão e irmã mais velha que já tinha visto antes e que era muito bom e
era longo, para ter tempo e oportunidade de fazer alguma coisa, para que ter a certeza que não
falta nada para o Renato vir espreitar o que se passa pus o som bem alto e tirei o monstro para
fora, evitei bater com muita força enquanto ele não viesse para me conseguir conter, no meio
disto a introdução da história do vídeo estava a acabar e nem sinal dele assim que começou a
haver os primeiros gemidos aumentei o volume ainda mais para ver se ele aparecia, felizmente
uns 2 minutos depois do aumento exagerado de som vejo a porta da casa de banho a abrir e como
quem não quer a coisa olhei para a porta mas ao deleve dando a impressão de que tava mais
interessado no vídeo no que nele, ele muito de mansinho abre a porta e pergunta:
-Tão que se passa aqui?
-Olha estou a desfrutar do que é bom! (digo eu olhando de passagem para ele)
-Pois estou a ver que sim, fds ouves isso aos berros
-É para ouvir bem os gemidos desta gaja, olha-me só aquilo….jesus
-(Ele olha para a televisão e vê a rapariga a ser fudida por trás, deitada, beijando o irmão mais
velho) -Fds, que gostoso crlh
Houve ali uns 2 minutos em que eu fiquei na minha cama a bater o meu pau já latejante, e ele em
pé a massagear o seu cacete lindo, ao ver isso propus-lhe:
-Anda prá’qui puto, bate uma com o mano
E ele sem sequer responder limita-se a sentar ao pé de mim e saca de imediato o seu monstro já
duro como pedra, foi incrível ver o seu lindo pau naquele estado, até á data já tinha visto o seu
pau murcho dezenas de vezes mas velo duro foi indescritível, uma torre negra de, á vista, mais ou
menos uns 18/19, sei disso porque tinha mais um ou dois centímetros que o meu, com a sua
cabecinha rosada a latejar de tanto tesão, uma veia pequena mas incrivelmente excitante, a sua
parte pélvica totalmente lisinha e os seus enormes colhões que saltavam para cima e para baixo
enquanto ele batia aquela 8 maravilha do mundo. Ficamos a ver o vídeo por mais uns minutos e
eu estava a tentar pensar no que iria fazer, até que, impulsivamente, eu ponho a minha mão em
cima da sua mão quente que batia rapidamente aquele seu pau, assim que o fiz ele tirou a sua
mão de lá e olhou para mim, não faço ideia de qual foi a expressão dele pois enquanto eu descia
lentamente a minha mão da cabeça até ao fundo da sua pila que fervia como água o meu olhar
estava forçadamente focado na televisão, não demorou mais de 20 segundos até que ele me
retribui-se pegando com força o meu pau que quando ele lhe pegou quase que entrou em
erupção, lembro-me de apertar o seu cacete com uma força imensa para conter o meu esperma
de saltar, o que lhe deu a ele um pouco de gozo por ver que eu quase me vinha, deu um sorrisinho
matreiro e começou a acariciar o meu pau lentamente, a medida que o tempo passava fomos
começando a aumentar a potência das nossas punhetas em sintonia, a medida que o vídeo
decorria nós íamos cada vez mais fundo na punheta até que quando o vídeo acabou já estávamos
ambos num estado de sofrimento enorme tentando aguentar o nosso leite até que quando eu já
estava a sentir o pau do meu lindo irmão a latejar mais depressa e com mais força, dando mesmo
sinal de que vinha ai um grande geiser de satisfação ele põe a sua mão direita ( a mão com que
não me batia) por cima da minha mão que já estava quase a fazê-lo atingir o seu auge, ai parei de
imediato e olhei ele nos olhos, naqueles olhos vi o maior sofrimento de prazer que já alguém
presenciou e ainda com a mão no meu pau que também já estava a erguer a bandeira vermelha
do prazer ele atacou a minha torre branca com a boca de um tubarão, engoliu os meus 17cm tudo
de uma vez pondo o seu corpo já com os boxers pelos joelhos no meio das minhas pernas, assim
que ele deu aquele primeiro ataque todo meu corpo ficou em êxtase, a sensação de ter quase
metade do meu pau dentro da garganta daquele menino foi divino, tão divino que perdi
completamente a minha consciência e me vim com rios de esporra diretamente para a garganta
dele, tenho a plena noção de que ele apenas se atirou assim a mim porque a excitação da punheta
foi tanta e ele estava a tentar fazer com que não se viesse apenas com o carinho da minha mão, e
também um pouco pela vergonha de me chupar acho melhor fazê-lo depressa para não me dar
oportunidade de fazer ou dizer nada, mas aquele ataque surpresa foi demais para a minha pobre
arma carregada e em meados de disparar, assim que acabei de me esporrar, o que ainda
demorou, ele retirou a sua boca do meu cacete deixando um fio de esperma que ligava a minha
cabecinha á sua linda e deliciosa boca, fio esse que foi rompido por um movimento lento da
cabeça daquele lindo menino que engoliu a minha esporra enquanto olhava para mim de uma
forma envergonhada e medrosa da minha reação, depois de engolir o meu sumo levantou-se da
cama mais depressa do que se atirou á minha torre tentando fugir para o seu quarto, porém eu
sensibilizado com a situação, devo dizer mesmo que fiquei “completamente derretido” agarrei no
seu braço fugitivo e num movimento brusco encostei a sua cabeça, quase com lagrimas a escorrer,
contra o meu peito (sim, porque enquanto ele tinha mais 2cm a mais do que eu na pila eu tinha
mais 20cm a mais do que ele em altura), apertei o seu corpo quente contra o meu a maior força
que consegui, enquanto isto decorria senti o seu fofo pau a levantar os meus tomates para cima, e
assim, libertei o rapaz do cativeiro dos meus braços e sentei-o na minha cama e pus o meu pau em
frente da sua boca dando a indicação, enganosa, de que queria que ele me voltasse a chupar, ele
abriu a boca muito devagarinho pondo um bocadinho da língua de fora, foi nesses 2mm de língua
que eu limpei o fio de esperma que ainda estava pendurado na minha cabecinha, não sei
descrever esse momento mas se tivesse que o rotular diria algo do género: fofura extrema com
um toque de perversidade, ele fechou a boca e eu dei um sorriso provocador seguindo de direto
para o seu peito o qual fui beijando e daí descendo para a barriga até acabar por encontrar a sua
linda coock, para a qual nem olhei, fui direto aos seus tomates de boi e comecei a chupá-los
carinhosamente até começar a ouvir uns pequenos gemidos lindos vindos de cima, foi ai que
enfiei aquelas duas bolas na boca, quase me engasgando e as remexi de um lado para o outro com
a minha suave língua, não fazia a mínima ideia se ele ia gostar disso ou não mas como o momento
era tão quente nem me ralei com isso, era algo que sempre achei bom de fazer, embora nunca
tenha feito ou recebido, mas sempre tive isso como uma espécie de fetiche, ao som dos seus
gemidos larguei as suas bolas inundadas em saliva e comecei a beijar o seu pau de lado, bem no
fundo do pau, dando depois uma suave e muito lenta lambidela, deixando o máximo de saliva
possível pelo pau acima, desde o fundo até á cabecinha rosa que já deitava uma bolhinha de
esperma de tanto prazer, assim que cheguei ao topo do seu Empire State Building suguei o seu
mastro com a mesma intensidade que ele mo fizera minutos atrás e com isso ouço o mais alto
gemido de todos, deliciando-me com o seu pau ao tom dos seus gemidos lindos eu fui chupando
de todas as formas possíveis, indo para cima e para baixo, rodando, com mais e menos força,
passando sempre a minha língua pela sua cabeça quando vinha acima, o seu estado de excitação
foi indescritível, até que chegou ao momento em que ele gritou: “PARA!!!!!!!”, soube logo o que
era a sua grande e linda pila estava a atingir o ponto crítico, mas fiz questão de lhe retribuir o
prazer de me ter vindo na sua garganta e então na última chupada antes de se vir eu dei uma
impulso e forcei o seu pau a entrar na minha garganta até ficar com os lábios encostados aos seus
colhões foi ai que ele realmente deu o MAIOR gemido já alguma vez ouvido enquanto se secava
dentro da minha garganta, a sensação foi de uma maneira um pouco de sofrimento pois o fato de
ter o seu pau na boca já me dava dificuldade a respirar e com o seu esperma a ser lançado com
uma potência colossal pela minha garganta abaixo ainda mais difícil foi aguentar, mas tudo valeu a
pena quando levantei a cabeça e vi a expressão de pura satisfação na cara daquele que no
momento era o meu maior amor, enquanto ainda estava a receber a sua carga preciosa dentro da
minha boca só pensava em engolir aquilo mas depois de olhar para ele e ver aquela imagem tão
fofa fiz questão de dar a provar um pouco do seu próprio gosto, já com uma confiança total trepei
pelo seu corpo tremendo acima e enrolando o meu corpo no dele de uma maneira que não pode
ser descrita beijei os seus belos lábios partilhando o seu néctar divino com ele. Passamos bem á
vontade uns 20 minutos a beijarmo-nos, o esperma já tinha sido todo engolido mas o gosto que
nós partilhava-mos já não era o do esperma mas sim o da boca molada um do outro, até que
houve um momento em que eu acordei do transe causado pela sua boca linda, soltei-me da sua
prisão corporal e levantei as sua pernas, abrindo-as, na altura pensei em lhe pedir para se pôr de 4
para eu poder fazer aquilo de outra forma mas como já estávamos à uma hora a naquilo e ainda
não tínhamos dito uma palavra não ia estragar o ambiente com isso, tomei o controlo do seu
corpo pondo-o naquela posição linda que me dava direto acesso ao seu belo e apertado
buraquinho virgem, de cor rosa, não me controlei e afundei a minha cara no meio daquela linda
bunda enfiando a minha língua pelo seu buraco adentro, no meio de gemidos de dor e prazer eu ia
ficando cada vez mais guloso naquele cuzinho que tinha um gosto incrivelmente doce, até ao
ponto em que a tusa de ambos já era tanta que não deu para segurar mais, o buraquinho daquele
preto lindo chamava o meu nome e o meu pau estava a fazer questão de atender ao
chamamento, lambuzei aquele buraco com o máximo de saliva que pode e deitei o seu corpo na
cama debruçando-me sobre ele direto aos seus lábios beijando-o enquanto enfiava o meu dedo
no seu apertadissimo cu, depois de ele ficar à vontade com um coloquei dois dedos preparando-o
para o meu mastro, levanto-me e começo a passar a cabeça da minha pila no seu cu escaldante
passando saliva até que acabei por enfiar a cabeça assim que penetrou o seu corpo deu um
enorme aperto de sofrimento, coloquei a minha mão no seu peito e comecei a enfiar o restante,
ele começou a apertar a minha mão com uma enorme força e eu sempre pondo mais fundo
devagar e com cuidado até que quando já só faltava uns 2 centímetros de pau para pôr, decidi por
todo de uma vez para lhe causar aquele estalo de prazer que se tem quando se chega ao fundo do
cu, e o meu desejo foi comprido, apenas vi no seu rosto uma expressão de quem acabou de partir
alguma coisa, quase como se tivesse por instantes perdido a consciência, e foi que mandou um
grito de dor imenso, fiquei preocupado com isso mas como sabia do que se tratava apenas parem
uns minutos e depois comecei-me a mover, ao princípio a dor dominava-o por completo mas à
medida que fui dando no seu cuzinho a dor começou a desaparecer e o prazer tomou o lugar, a
sensação de ter o meu pau a deslizar pelo interior do seu cuzinho foi a melhor coisa que eu senti
em toda a minha vida, era como se o meu pau estivesse a escorregar numa nuvem mole e toda
molhada, foi incrível, impossível de descrever o prazer, tivemos vários minutos a deliciarmo-nos
com aquilo sempre na mesma posição eu sentia o grau mais elevado do prazer dentro do meu
querido irmão enquanto me deliciava com a expressão de prazer na cara dele até que, já perto de
gozar, ele levantou o tronco sentando-se na cama ainda com o meu pau dentro dele e tirando o
meu pau de dentro do seu quente buraco, deitou-me na cama e sentou-se em cima da minha pila
já latejante e enfiou, da forma mais FOFA que possam imaginar, o meu cacete de volta no seu
quente e aconchegado buraco começando a mexer-se para cima e para baixo, eu acho que na
altura como sentia que estava quase a vir-se quis terminar de uma forma em que fosse, de certa
forma, ele a dar prazer, foi movendo o seu corpo para cima e para baixo no meu pau e a imagem
era linda não houve melhor do que ver ele com a sua expressão de prazer a cavalgar no meu pau,
o prazer contínuo apenas por mais alguns minutos pois a tusa era tanta que por muito que nós
quiséssemos não conseguimos conter e viemo-nos ao mesmo tempo, primeiro eu dando um
gemido alto vi-me co rios de esporra no seu quente cu lançando o meu leite disparado pelo seu
corpo a cima, logo de seguida, no prazer da minha esporra ele manda um gemido lindo e vem-se
diretamente para cima de mim depois de se vir, e ainda com o meu pau a mandar as últimas gotas
de esperma para dentro dele o meu belo maninho cai em cima de mim, quase como se tivesse a
desmaiar, e assim ficamos ele em cima de mim e eu, com a minha pila já murcha a servir de
barragem para o meu esperma dentro dele, abraçado a ele com o maior dos carinhos, ficamos
assim ainda uns bons minutos a tentar recuperar os sentidos, depois eu com cuidado tirei-o de
cima de mim e deitei-o na cama sem tirar o meu pau dos últimos centímetros do cuzinho do meu
menino quase inconsciente, e muito devagarinho tirei a minha cabecinha do seu buraco e dei
início a um rio de esperma que inundou a minha cama, com o dedo muito ao deleve ajudei o
esperma a sair do seu cuzinho que agora passará a ser branco assim que o dilúvio de esporra
terminou passei o meu dedo melado na boca e, acariciando o corpo de meu irmão dei-lhe um
beijo ao deleve, ao qual ele nem sequer foi capaz de responder, e sai do quarto nu deixando o
meu maninho nu na minha cama, todo melado e quase inconsciente, com uma poça de esperma
no meio das suas pernas.
Sou capaz de ter estado na cozinha todo nu e com a pila ainda escorrer gotas de esporra uns 20
minutos até que voltei ao quarto e o meu irmão já estava dentro da banheira, vesti os meus
boxers e mudei a roupa da cama, sempre pensei que depois de fazer aquilo que tinha acabado de
fazer que iria haver um sentimento de medo dentro de mim por não saber o que iria acontecer a
seguir mas nada disso, muito pelo contrário, não conseguia sentir outra coisa para além de pura
felicidade e tinha a plena noção que o meu irmão sentia o mesmo, mudei a roupa da cama e fui
pou-la logo a lavar quando estava a pôr o novo edredom na minha cama sinto o corpo molhado e
nu do meu irmão a abraçar-me por trás e aí soube que a nossa relação só tinha para melhorar.
Hoje eu e meu maninho temos ambos 18 anos e ainda nos comemos regularmente e sempre com
o mesmo amor e carinho do que na nossa primeira vez, podemos vir a ter muitas namoradas/os, e haverá um dia em que a nossa vida sexual vai acabar, mas sempre iremos considerar o facto de termos perdido a virgindade um com o outro, e nem queríamos que fosse de outra maneira.