Minha Irmã

Olá. Sou Renato e tenho 29 anos. Vou confessar um fato que aconteceu no primeiro semestre do ano passado.
Sou de uma família pequena, meus pais se separam quando eu tinha 10 pra 11 anos… Na época minha mãe estava grávida da minha irma e mesmo assim houve o rompimento.

Hoje adulto. Tenho uma profissão e sou bem sucedido nela, vivo em São Paulo a dez anos e vejo minha família de uma a duas vezes no ano.

Numa dessas um primo nosso e muito querido por meu pai, resolveu se casar. E a cerimônia seria na terra da noiva, uma cidade no interior de Minas.
Tive que ir até a casa de mamãe e busca a Kika ( Erika) minha irmã, que na ocasião estava com 17 anos.

Mas… Ela estava diferente da última vez que a vi. Estava ainda mais linda, cabelos ainda mais longos, ondulados… Morena como a música de Dorival.

O dia amanheceu por lá. Coloquei as malas no carro. Mas antes que eu fosse tomar café, mamãe pediu pra eu chamar Kika, pois ela ainda estava dormindo. Não! Érika não estava dormindo… Antes que eu pudesse bater na porta, notei que a mesma estava entre aberta e pude notar que minha irmã tinha acabado de sair do banho e com uma das mãos secava os cabelos com uma toalha, e com a outra fuçava no celular. Foi aí que eu percebi que ela estava completamente nua. Imediatamente recuei, mas a curiosidade me chamou de volta… Que corpo bem feito, que bunda redondinha… A água do seu cabelos ainda molhados escorria por suas costas e quando dei por mim já estava de pau duro.
Tentei me recompor. E merda! A Érika notou minha presença e assustada se enrolou na toalha e com os enormes olhos castanhos: Perguntou o que eu estava fazendo ali. – Desconversei. Disse que mamãe a chamava e sair dali como um foguete. Mas ela havia percebido meu desconforto. E eu tive que me trancar no banheiro pra dar uma aliviada.

O dia seguiu como o planejado. Kika estava normal comigo, reagimos bem ao constrangimento.

A viagem era longa. A cidade era no Sul de Minas Gerais – Quatro longas horas de estrada até que chegamos.
Fomos recebidos por nosso pai. Que saudoso nos afundou em seu abraço.
Logo ele disse para que tirassemos do carro somente o necessário pra passar uma noite, pois no dia seguinte teríamos que seguir viagem pra uma fazenda nos arredores dali.

Quem disse que eu consegui dormir?? A imagem da minha irmã nua vinha a minha cabeça. Droga!

Antes que amanhece direito. Eu já estava de pé e perambulando pela casa. Meu pai ainda dormia e Kika… Estava acordada?? Sim. Da varanda vi minha irmã passar pra cozinha, não me deti e fui atrás.

Ja cheguei la indagando pq ela estava de pé?
Kika se justificou dizendo que precisa tomar água, pois o tempo estava muito seco.

Fiquei a observando dentro daquele pijama de algodão com estampa da Minie… “Porque você tá me olhando diferente Renato??” – na lata! Minha irmã mandou essa.

Eu desconversei (de novo) com um “- Nada Kika!” como resposta.

A minha perdição de fato começa aqui!!

Érika já havia me sacado: “ cê tava me olhando pelada!! ” – Outra na lata!

Desconversei (de novo): “Num viaja Érika! ”

A danada havia me visto pelo reflexo do seu celular, ela viu meu desconforto e também percebeu minha excitação. Minha irmã era despudorada e desprendida de amarras.

Naquela cozinha, as quase seis horas da manhã, comecei a ficar excitado de novo enquanto ela me constrangida confessando que havia me flagrado e antes que ela me flagrasse de novo ordenei que ela parasse!

Em vão meus amigos!

Ela saiu da cozinha por dois minutos – Voltou dizendo que estava tudo limpo.

Fiquei confuso. Ela olhou o volume em minhas calças, se aproximou e antes que eu pudesse esboçar qualquer reação, ela enfiou as mãos dentro das minhas calças, agarrando forte no meu pau e olhando nos meus olhos perguntou: “- Posso provar?? ”

Só consenti com a cabeça: Me encostei no balcão, enquanto ela baixou minha calça e minha cueca, e meu membro pulou pra fora e encontrou sua boca.

Kika mamava em mim com vontade. Chupava com força e me impressionou sua habilidade. Ora ela mordiscava. Ora lambidas e chupão… Aquilo me levava a loucura!!:Ela me chupava até o talo, Meu pau completamente duro entrava e saía da sua boca… Enquanto com uma das mãos ela brincava e massageava as minha bolas… “Porra Erika!!” – Essas alturas eu já tinha tirado a camisa, tamanho o tanto que eu suava… Eu tentava abafar meus gemidos, mas tinha momentos que o prazer falava mais alto.

Quanto mais eu gemia mais ela aumentava a intensidade. Tinha hora que ela chupava as minhas bolas… Ela fez de mim o que quis!

Avisei a ela que ia gozar e assim fiz! Gozei gostoso e na sua boca!!

A filha da mãe ainda me lambeu…. Veio subindo até chegar na boca, e suas continuavam me massageando lá embaixo.

Não resisti… A posicionei no meio das minhas pernas e a beijei com vontade!

Meu Deus! Estávamos num tesão do cacete. Já estava, literalmente nos pegando de amasso na cozinha, comigo sem roupa. Eu levantei sua blusa e comecei a chupar seus seios insanamente. Kika estremecia nos meus braços. Percebi que ela já estava molhada… “-Que te fuder!” Sussurrei em seu ouvido – Quando ela se solta de mim exclamando: “Papai pode chegar!! ”

Merda!! Ela tinha razão!! Já passava das seis da manhã…
Me vesti. Enquanto ela me observava, olhei pra ela e indaguei: “Pq você fez isso? ”

“- Você que deixou! Além do mais você queria e eu também! ”

E antes que eu pudesse falar mais… Ela se aproximou e completou: “ – Qualquer dia desses você me fode irmãozinho!! ”


E não iria tardar pra isso acontecer…